terça-feira, 31 de maio de 2011

VOTO NÃO SE COMPRA, SE CONQUISTA!



Galera, pra quem não sabe está na hora de mudar a direção do colegio LIGIA (Contagem). E venho através desta mostrar um ponto de vista para todos os alunos, pais ou responsáveis que pretendem votar. Primeiro queria deixar claro a importância do voto, cada voto fará toda a diferença no próximo domingo dia 05/06/2011, por tanto, não deixe de comparecer! Deixei claro essa semana através do meu twitter ( @RodrigodoHawaii ) a minha torcida pela chapa 2.




Acho que tudo na vida tem um porque, o porque do meu voto é bem simples, é urgente mudar a direção do colégio, a realidade do nosso colégio é bem dura. Dura no sentido de aula, aprendizado, recursos, etc... Precisamos de uma nova direção que fale uma linguagem que toque o coração dos alunos, funcionários e professores. Precisamos de um novo “Clima” no colégio. Disse no meu twitter que a palavra certa é HARMONIA! Pra quem trabalha o dia inteiro,(como eu) passamos mais tempo na escola do que em nossas casas, fazendo da sala de aula nosso LAR. Como vamos viver em um ambiente social em que a direção não interage com os alunos e próprios funcionários? A hora é de mudança! E é exatamente por isso que não votarei na chapa 1, pois vai ficar do jeitinho que está! A ideologia da chapa 1 é igual, é bem semelhante a da antiga chapa da ATUAL direção! Sem querer entrar muito na atual direção, pois na hora da troca de direção, a direção atual fica sendo igual jornal de ontem (jornal de ontem, noticias de antes de ontem), mas a verdade é que se a chapa 1 ganhar, vamos ter a mesma forma de coordenação. Uma escola morta, que não corre atrás de nenhum bem em pró do aluno, uma escola FECHADA para a comunidade no Fim de Semana! Gente, a escola é nossa, minha, sua, em fim da comunidade! E a atual direção não disponibiliza! É um dos itens inclusos na proposta da chapa 2.

A chapa 2 vem pra fazer uma mudança Radical, eu digo isso porque estou no dia a dia da chapa e sei das mudanças e da VONTADE DE TRABALHAR que o Giovanni, Valeria, Conceição e Claudinei tem. Uma vontade de transformar o “TEDIO em MELODIA”.

Outro ponto que queria frisar é a formatura, no meu ver formatura é um momento único na vida do aluno, são anos de estudo, anos de amizades, anos de CONVIVENCIA, não acho justo isso passar em branco, não acho justo todo esse esforço sendo comemorado com uma missa e pronto. A chapa 2 mesmo não tendo ganho (AINDA), já faz planos, projetos pra uma formatura digna. É isso que precisamos estar com o mingau pronto enquanto os outros selecionam o fubá!
Pra encerrar queria deixar claro minha frustração perante a um assunto que me deixou surpreso. Chegaram aos meus ouvidos que estão prometendo até MC DONALDS ao alunos do turno da manhã. Francamente, Voto não se compra, se conquista. Como querem conquistar o meu e o seu voto, comprando os de outros! Não dá pra confiar!
Por isso quero chapa 2 na direção, em busca de um ambiente melhor, não só pra mim, mas como pra familiares e comunidade!
Eu acredito que a chapa dois veio pra colocar o ambiente harmonioso!
Vi no ORKUT a galera falando que a chapa 2 vai transformar o colégio público, com ensino Particular! Gente, se isso acontecer vai ser ótimo, uma escola pública com o ensino de escola particular, vai ser ótimo pra quem quer ser alguém na vida! Vocês que discordam querem é farra e diversão, escola tem que ter diversão, mas tem gente que quer 100% diversão, então vai pro parque ou circo!

PROPOSTAS DA CHAPA 2 -

Justificativa:
Nosso projeto nasceu da necessidade de mudar as relações entre os vários atores que participam da construção da educação e de sua efetiva concretização em nossa escola.

Objetivo:
Nosso objetivo primordial é transformar as relações dentro da nossa escola. É dar voz aos professores, é valorizar o pessoal administrativo, é dinamizar a educação nas salas de aula e o mais importante, promover o aluno como cidadão, apto a buscar sua oportunidade no mercado.


Nossas propostas:

• Implementar uma política de OUVIR os membros da comunidade escolar. O diálogo será a principal plataforma de nossa administração, trazendo assim a certeza de que podemos construir uma escola mais justa e de acordo com os desejos de professores, funcionários, pais e alunos.


• Criar o Grêmio Estudantil como parte de uma política pedagógica centrada no crescimento intelectual, visando uma inserção ativa do aluno no meio escolar e, por conseguinte na sociedade (protagonismo juvenil).


• Promover palestras educativas para os alunos.


• Promover palestras dirigidas aos alunos do período noturno para que os mesmos possam, através de informações atuar, sentir-se estimulados a frequentar as aulas, percebendo que os conhecimentos adquiridos na escola serão necessários no mundo globalizado, onde as mudanças se fazem diariamente.


• Criar momentos que desperte nos alunos o espírito empreendedor, ferramenta tão importante na qualificação e nas exigências do mercado de trabalho (ver parceria SEBRAE).


• Apoiar o aluno desde o inicio do Ensino Médio para a realização de uma formatura condizente com sua importância na escola.


• Modernizar os meios de pesquisa na escola, ocasionando a inserção
tecnológica do aluno.


• Tornar a sala de informática acessível aos alunos e profissionais.


• Reestruturar a gincana e a feira cultural de conhecimento com a produção e escolha de tema pelos alunos/professores, estabelecendo uma programação sócio cultural interativa, motivadora, significativa, dinâmica e diversificada.


• Aprimorar trabalhos de campo (excursões, visitas a teatro, cinema, visitas técnicas e outras).


• Qualificar o intervalo (recreio), oferecendo música, informação e recreação (tarde).


• Estimular a participação e a frequência dos alunos no projeto de educação profissional — PEP (terminalização do Ensino Médio).


• Incentivar a participação ativa nas comemorações cívicas e sociais.


• Buscar melhoria para tornar o espaço físico mais agradável.


• Criar o jornal da escola com produção dos alunos.


• Criar um BLOG e uma página da internet para a divulgação das ações da escola.


• Abrir espaço para os alunos e professores ao final de semana com oficinas, jogos e organização de equipes esportivas para representar a escola nas competições escolares municipais e regionais.


• Lutar pela construção da cobertura da quadra poliesportiva.


• Montar o laboratório de pesquisa (Química, Matemática, Física e Biologia).


• Apoiar e incentivar a participação da escola em projetos e concursos educacionais.


•Informatizar as carteirinhas dos alunos (cartões magnéticos).


• Criar uma rede social integrando os vários atores envolvidos na educação (Comunidade, Escola, Posto de saúde, Faculdade, Associação de bairro, Conselho Tutelar, Polícia Militar, Secretaria de Educação e Superintendência de Ensino).


Vamos sair de casa no Domingo pra fazer a DIFERENÇA!





(Rodrigo Vieira)

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Neon – Moda nobre!

Olá todo mundo, tudo bem com vocês? Vou falar de uma tendência bem viva! O Neon! Muitos de vocês devem estar se perguntando: Como assim neon é moda nobre, minha filha? Por acaso a Rainha da Inglaterra usa neon? Não, que eu saiba a rainha não usa neon (se bem que no casamento real ela usou algo bem, mas bem próximo ao amarelo-gema-de-ovo-gigante), mas a razão do título tem a ver com a física. Para aqueles que não sabiam, o neon é um gás nobre incolor, de símbolo Ne, que adquire cor quando colocado num campo elétrico de alta voltagem. Mas vamos parar por aqui com a aula de física, Deus me livre!
Enfim, antes de dar prosseguimento à coluna eu gostaria de fazer uma pergunta bem simples: Você, alguma vez na sua vida, já viu esta blusa?





Pessoas que disseram sim: 100%
Pessoas que disseram não: 0%
Se você faz parte dos 100% que responderam sim, bem vindos ao clube! É isso aí, ser humano que está lendo este texto. Agora o neon saiu das pulseirinhas super brilhantes de boates e foi pras passarelas e daí para o mundo real. Evoluiu que nem Pokémon (piada besta, eu sei).
Ele foi bastante consumido principalmente pelo povo brasileiro, que é um povo alegre e cheio de vida. Mas agora vamos ver onde e como ele foi e pode ser utilizado.
Algumas pessoas acharam que era o apocalipse, outras acharam que era uma oportunidade de liberar a Gloria Gaynor interior. Enfim, o que se sabe é que esta coleção quando foi lançada causou furor total nas drogarias:



Eu mesma confesso que, como “esmaltólatra legítima”, fui correndo comprar todos os vidros da coleção e achei muito engraçado quando passei o esmalte pela primeira vez. Parecia que eu tinha pintado minha unha com corretivo e depois passado aquelas canetinhas marca texto por cima. Mas gostei daquele efeito bem neon nas minhas unhas. Algumas pessoas gostam e outras não.
Mas não é só em esmaltes e blusinhas que você pode usar o Neon. Ele está presente em diversas roupas, acessórios, sapatos e muitos outros. Mas não saia colocando mil coisas neons em você! Saiba combinar! Sempre!

































Créditos das imagens:Arquivo da Autora
http://robertascaim.wordpress.com/tag/neon/
http://jessicacarolayne.blogspot.com/2009/12/roupas-neon.html
http://starving.com.br/2010/01/17/editorial-neon-e-nude/

(Karen Antonieta)

terça-feira, 17 de maio de 2011

Indignação

Indigne-se, é só o que eu peço. Sei que a indignação sem a proposição de idéias e sem um conjunto de ações tem pouca chance de mudar a realidade (sobretudo no que tange às mazelas sociais historicamente constituídas). Mas, de qualquer forma, indignar-se é mover-se. É sair de si e, sobretudo, colocar-se no lugar do outro, seja esse outro um indivíduo ou um sujeito coletivo, um amigo ou um absoluto estranho. Quem se indigna, questiona a realidade. Ainda se incomoda e faz algo mais do que estar no mundo. A indignação é pulsante, nos deixa desconfortáveis e é no desconforto que buscamos outra posição.
Eu posso me comover com filmes românticos ou com catástrofes naturais (que muitas vezes nem tão naturais são). Mas devo me indignar quando vidas e dignidades são negadas (indignem-se com isso e não se comovam com as coberturas da imprensa sensacionalista).
Existe um discurso de culpabilização do governo pelos problemas sociais, mas a questão é que confundimos representatividade com delegação de poderes. Aí vira lamentação: o governo não isso… não aquilo… e nos esquecemos da nossa parcela. A sociedade civil tem a sua parcela de culpa em tudo, tudo mesmo! Quem votou? Quem não se indignou diante da corrupção? Questiono principalmente a emergente e complexada classe média, que fica infeliz com a dificuldade de encontrar quem queira ser doméstica (o) (ou escrava(o)?).
Nesse momento, minha indignação, que tantas vezes fora voltada para o governo e para os governantes, se vira para a sociedade civil.
Há algum tempo, a praça próxima à minha casa tem sido ocupada por moradores de rua. Os moradores do bairro, de classe média, se “indignaram”: mendigo suja a paisagem, desvaloriza o imóvel. Procuraram o poder público? Sim. Para que ele limpasse a praça. Não me lembro de promoverem uma discussão sobre a responsabilidade social do governo em relação àqueles sujeitos. O governo não limpou a praça (note: a praça é o importante). Aí alguém teve a “brilhante” idéia de envenenar, na calada da noite, os moradores da praça. Quem? Um pai de família, um comerciante de bem, um vizinho qualquer. Não minimizo os prejuízos e os incômodos dos moradores (lembre-se que moro no bairro). O que foi minimizado foram os valores desse sujeito: genocida, eugenista, bandido. Que valor damos à vida?
Quero, ainda, me indignar com a imprensa (me perdoem as exceções). Gentalha! Como não morreu ninguém (até o presente momento) a cobertura local é rápida e indolor (sem comoções). Na rede Globo, a notícia ficou espremida entre assaltos ao comércio local (matéria requentada) e a cobertura do clássico. Afinal, o que são mendigos (note-se: não seres humanos) diante do espetáculo do povo. Alguém se lembrará de algo depois?
Ninguém morreu! Então, não é chacina. Então, não é notícia. Então… só morreu a dignidade. Só! Banalizamos o mal, calamos os inocentes e não nos indignamos. Bem-vindos à barbárie!



Érica Melanie

sábado, 16 de abril de 2011

Voto consciente é importante?

A consciência de que você fez a coisa certa te da tranqüilidade para os próximos quatro anos que virão, mas como saber se fez uma boa escolha e que não vai se culpar caso o seu candidato chegue a te decepcionar? A culpa por não termos bons representantes não e deles totalmente, por isso a importância do voto consciente.
Quando depositamos a nossa confiança em quem estamos votando para que seja eleito, acreditamos que todas as sua propostas de trabalho colocadas em seu plano de governo serão efetivadas e que o melhor será feito para todos, colocando o bem comum como prioridade.
Mas para ter certeza de que o nosso candidato, caso eleito, cumpra com suas promessas feitas durante o período de candidatura, devemos pesquisar um pouco sobre a sua vida, saber em que ele já trabalhou ou trabalha, se já se envolveu em escândalos políticos, saber se ele já disputou algum cargo político, se tem alguma experiência administrativa, porque só assim podemos ter bons representantes a frente do nosso país, estado ou cidade. Com certeza, fazendo essa pesquisa, a sua tranqüilidade de que nos próximos quatro anos as suas propostas vão de fato vão acontecer, será bem maior.
O descaso que os eleitores tem com a política faz com que a desconscientização do voto aumente a cada quatro anos que se passa. O fato de não termos bons representantes piora esta situação, mas se déssemos a nos mesmos a chance de termos consciência do nosso voto, e estivéssemos seguros de que o que estamos fazendo será o melhor para todos, nossa política mudaria da água para o vinho, e essa mudança seria para melhor, em investimentos verdadeiros na educação, na saúde, no saneamento básico, na erradicação da pobreza, e para acabar com a exploração do trabalho infantil no Brasil. É os nossos representantes conscientizando seus representados da importância do voto consciente.

(Wesley)

O trabalho infantil no Brasil e no mundo

A cada ano que se passa vem tendo um aumento siguinficativo o emprego da mão de obra de crianças em todo mundo, quando deveria ser ao contrario, cada vez mais o capitalismo vem fazendo com que as crianças se vejam obrigadas a entrar no mercado de trabalho enquanto na verdade deveriam estar estudando brincando se divertindo e sendo criança, isso acontece principalmente nas áreas rurais para não poderem passar fome e ajudar em casa, e è aonde a mão de obra infantil e nitidamente explorada, e trabalham em condições sub-humanas, nos centros urbanos á exploração, mas se comparado aos áreas rurais o numero e bem pequeno, e o grande problema disso tudo e que o governo não faz nada para que isso possa mudar.
Vê crianças em centros urbanos vendendo balas nos ônibus, nos sinais, trabalhando de engraxate, vendendo drogas, mendigando, limpando para-brisas que são os chamados flanelinhas, fazendo malabarismo enquanto os sinais se fecham já se tornou comum, mas ainda sim nas áreas rurais a situação e um pouco pior porque as crianças trabalham quebrando pedras, em carvoarias, colhendo algodão, cortando cana e em condições sub- humanas, porque elas não recebem nem um salário mínimo, elas se machucam e se vêem obrigadas a trabalhar mesmo estando machucadas para não poder deixar de ajudar em casa porque o pouco que ganham já ajuda, como são muitos irmãos e todos trabalhando conseguem juntar uma quantia ainda muito pequena mas o suficiente para não deixar faltar o alimento na mesa.
O que os representantes do Brasil deveriam fazer para que o pais crescesse socialmente igual seria acabar com essa exploração do trabalho infantil dando condições para que os pais e as mães dessas famílias tivessem um trabalho digno, para que ganhassem um salário mínimo e todos os benefícios que o governo tem dado como bolsa família, bolsa escola, vale gás, entre outros, e com isso seus filhos pudessem ser crianças indo a escola, estudando, brincando, fazendo bagunça, se machucar ser criança e viver como criança, ao invés de ficarem se preocupando quando chegar o amanhecer se elas vão trabalhar ou vão a escola se vão ter o que comer no café da manha, ou se quando chegar a hora do almoço elas vão ter o que comer porque deixaram de trabalhar para poder ir a escola, criança tem que ser criança essa e uma fase que jamais deveria ser vivida de outra maneira se não vivendo como criança, porque quando somos criança queremos crescer logo trabalhar, mas quando chegamos lá queremos voltar a ser criança porque e muito bom ser criança e viver como criança.
Esse seria um grande passo para um verdadeiro crescimento no Brasil, isso teria um siguinificado muito maior do que aumentar o salário mínimo de verdade, do que super aquecer o mercado de trabalho, do que fazer mais escolas técnicas, do que fazer universidades federais, do que qualquer outro feito que os nossos representantes pederiam fazer, nada chegaria perto da grandeza de se acabar com o trabalho infantil no Brasil, se isso acontecesse o Brasil seria um exemplo lá fora para que outros países seguissem o mesmo e quem sabe poderia conseguir acabar com o trabalho infantil no mundo, ai sim seria um grande passo para começar uma igualdade social e um desenvolvimento por completo.

(Wesley)